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	<title>Comentários sobre BLOG DA ZAGAIA EM REVISTA</title>
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		<title>Comentário sobre Clip Kong &#8211; uma continuação da velha história da bela e a fera por Silvio Carneiro</title>
		<link>http://blog.zagaiaemrevista.com.br/?p=670#comment-604</link>
		<dc:creator>Silvio Carneiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 11:55:26 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Selito,

Acompanhando a leitura do Thiago e, em tempo, vale lembrar que ao fim do Clip (que por infelicidade minha, assisti até o fim), há uma mensagem homofóbica declarada. É o personagem homossexual, figura carimbada da TV do qual não lembro o nome, que é rejeitado até pelo símeo... De modo que não apenas são as mulheres tomadas como objeto de desejo, mas também o homossexual, como objeto de rejeição... 
Por fim, que lástima santista (que também sou) e um desabafo: Neymar, vai jogar futebol e pára de perder tempo com a cultura da mídia!
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Selito,</p>
<p>Acompanhando a leitura do Thiago e, em tempo, vale lembrar que ao fim do Clip (que por infelicidade minha, assisti até o fim), há uma mensagem homofóbica declarada. É o personagem homossexual, figura carimbada da TV do qual não lembro o nome, que é rejeitado até pelo símeo&#8230; De modo que não apenas são as mulheres tomadas como objeto de desejo, mas também o homossexual, como objeto de rejeição&#8230;<br />
Por fim, que lástima santista (que também sou) e um desabafo: Neymar, vai jogar futebol e pára de perder tempo com a cultura da mídia!<br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Clip Kong &#8211; uma continuação da velha história da bela e a fera por Thiago B. Mendonça</title>
		<link>http://blog.zagaiaemrevista.com.br/?p=670#comment-603</link>
		<dc:creator>Thiago B. Mendonça</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 11:17:59 +0000</pubDate>
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		<description>Selito
Uma ressalva. Há um elemento interessante, e que não aparece no seu texto. O clip junta celebridades negras, que afirmam humoristicamente e imageticamente - &quot;apesar de minha corporiedade, olha o lugar que eu ocupo.&quot; E o lugar é o do novo rico, com piscinas, carrão e mulheres. Até aí tudo bem. Mas há uma outra corporiedade no clip, que não precisa ser transfigurada em um Kong, para ser esvaziada de humanidade. A figura da mulher, aparece, também, só dotada de corporiedade. Ela pode ser de qualquer cor (embora majoritariamente no clip loiras e brancas), qualquer pertença. A mulher para as três &quot;celebridades&quot; do clip só se valem enquanto objeto de satisfação carnal. O que fica explícito na cena final, em que a mulher mais velha e &quot;sem dotes&quot; é desprezada. Frases como: &quot;se você quer sentar, senta aqui neném&quot;, &quot;Que delícia! Papai chegou meninas! &quot;, &quot;Essa carinha de santinha nunca vai me enganar&quot;,  &quot;É instindo de leão. com pegada de gorila!&quot; são usadas para estabelecer os elos entre as &quot;celebridades&quot; com as mulheres. 
Daí que me vem a pergunta: podemos pensar em emancipação apenas por segmentos de demandas sociais, ou uma efetiva transformação não teria que conter em si todas as outras. A sociedade brasileira não afirma como um valor só a corporiedade do homem branco, mas sim a corporiedade do homem branco, de sexo masculino, heterossexual (ideário que é fruto em parte da sociedade escravocrata e patriarcal na qual nos formamos). Neste sentido, o segmento mais apartado em sua corporiedade em nossa sociedade são para além do negro, a mulher negra, o transexual negro, o homossexual negro, esses segmentos passando pela dupla humilhação do preconceito pela cor e pelo gênero. Se, para além disso, forem pobres, quaisquer ideais de cidadania tornam-se mais distantes. Pior: a questão do gênero muitas vezes nem é vista como problema pela maioria dos militantes da causa negra (imaginemos então como é visto no restante da estrutura social). Será que podemos pensar por exemplo este clip sem levar a questão do gênero em conta? Não seria este tipo de discurso imagético desumanizado em torno da feminilidade que tornaria &quot;legítimo&quot; e natural a violência sexual contra a mulher?
Abraços
Thiago</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Selito<br />
Uma ressalva. Há um elemento interessante, e que não aparece no seu texto. O clip junta celebridades negras, que afirmam humoristicamente e imageticamente &#8211; &#8220;apesar de minha corporiedade, olha o lugar que eu ocupo.&#8221; E o lugar é o do novo rico, com piscinas, carrão e mulheres. Até aí tudo bem. Mas há uma outra corporiedade no clip, que não precisa ser transfigurada em um Kong, para ser esvaziada de humanidade. A figura da mulher, aparece, também, só dotada de corporiedade. Ela pode ser de qualquer cor (embora majoritariamente no clip loiras e brancas), qualquer pertença. A mulher para as três &#8220;celebridades&#8221; do clip só se valem enquanto objeto de satisfação carnal. O que fica explícito na cena final, em que a mulher mais velha e &#8220;sem dotes&#8221; é desprezada. Frases como: &#8220;se você quer sentar, senta aqui neném&#8221;, &#8220;Que delícia! Papai chegou meninas! &#8220;, &#8220;Essa carinha de santinha nunca vai me enganar&#8221;,  &#8220;É instindo de leão. com pegada de gorila!&#8221; são usadas para estabelecer os elos entre as &#8220;celebridades&#8221; com as mulheres.<br />
Daí que me vem a pergunta: podemos pensar em emancipação apenas por segmentos de demandas sociais, ou uma efetiva transformação não teria que conter em si todas as outras. A sociedade brasileira não afirma como um valor só a corporiedade do homem branco, mas sim a corporiedade do homem branco, de sexo masculino, heterossexual (ideário que é fruto em parte da sociedade escravocrata e patriarcal na qual nos formamos). Neste sentido, o segmento mais apartado em sua corporiedade em nossa sociedade são para além do negro, a mulher negra, o transexual negro, o homossexual negro, esses segmentos passando pela dupla humilhação do preconceito pela cor e pelo gênero. Se, para além disso, forem pobres, quaisquer ideais de cidadania tornam-se mais distantes. Pior: a questão do gênero muitas vezes nem é vista como problema pela maioria dos militantes da causa negra (imaginemos então como é visto no restante da estrutura social). Será que podemos pensar por exemplo este clip sem levar a questão do gênero em conta? Não seria este tipo de discurso imagético desumanizado em torno da feminilidade que tornaria &#8220;legítimo&#8221; e natural a violência sexual contra a mulher?<br />
Abraços<br />
Thiago</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Não se ouve mais os cantos por Marcus</title>
		<link>http://blog.zagaiaemrevista.com.br/?p=457#comment-488</link>
		<dc:creator>Marcus</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 02:49:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.zagaiaemrevista.com.br/?p=457#comment-488</guid>
		<description>Algumas imagens conduzem a percepção, outras me pareceram bastante óbvias...

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas imagens conduzem a percepção, outras me pareceram bastante óbvias&#8230;</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Não se ouve mais os cantos por Carnaúba</title>
		<link>http://blog.zagaiaemrevista.com.br/?p=457#comment-487</link>
		<dc:creator>Carnaúba</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 03:08:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.zagaiaemrevista.com.br/?p=457#comment-487</guid>
		<description>Gostei!

Concretude e capacidade critica de sintetizar o violento, sombrio e assustador agora vivenciado nos limites de uma sociedade que já deveria há muito ter abolido esse tipo de polícia inútil. 
Se a liberdade está ali ou em algum lugar, então ela está, ela é, ela existe.

Esperança.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei!</p>
<p>Concretude e capacidade critica de sintetizar o violento, sombrio e assustador agora vivenciado nos limites de uma sociedade que já deveria há muito ter abolido esse tipo de polícia inútil.<br />
Se a liberdade está ali ou em algum lugar, então ela está, ela é, ela existe.</p>
<p>Esperança.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Não se ouve mais os cantos por Marli Rondon</title>
		<link>http://blog.zagaiaemrevista.com.br/?p=457#comment-486</link>
		<dc:creator>Marli Rondon</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 14:58:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.zagaiaemrevista.com.br/?p=457#comment-486</guid>
		<description>De que facção vocês são?
Máfia russa ou NN?

Safados! Deixem nossos botoques em paz!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De que facção vocês são?<br />
Máfia russa ou NN?</p>
<p>Safados! Deixem nossos botoques em paz!</p>
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